O regresso triunfal de Paulo Bragança ao palco do CCB, 22 anos depois

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“Certo é que, na pose, na colocação da voz, na gestão dos tempos e dos silêncios (e com que habilidade, e noção de sedução, ele os explora!), Paulo Bragança permanece sem par no seu género.” Nuno Pacheco, no Público:

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Conta-se que um dia, ao ouvir Mísia cantar, Amália Rodrigues terá dito: “Esta ao menos não imita ninguém.” A afirmação, que se aplica com justiça a Mísia (e que esta continua
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