Entrada livre, SUJEITA À CAPACIDADE DA BASÍLICA Coro da Nova celebra o Ano Novo…

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Entrada livre, SUJEITA À CAPACIDADE DA BASÍLICA

Coro da Nova celebra o Ano Novo com Mozart

2020 está aí, e o Coro da Nova, da Universidade Nova de Lisboa, vai celebrar o novo ano com dois concertos, em que interpretará a “Missa da Coroação”, K. 317, em Dó Maior, de Wolfgang Amadeus Mozart, o motete “O Magnum Mysterium”, de Tomás Luís de Victoria ( 1548-1611), e a peça “All Bells in Paradise”, do compositor britânico John Rutter (1945).
Os concertos, que contam com a participação do pianista Nicholas McNair e dos solistas Mariana Castello-Branco (soprano), Inês Sobreda (contralto), Pedro Rodrigues (Tenor) e Tiago Gomes (Baixo), realizam-se no auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, no dia 17 de Janeiro, pelas 21 horas, e na Basílica de Mafra, no dia 18, às 20 horas, sob a direção do maestro José Bruto da Costa. Os concertos têm entrada livre.
Composta em 1779, a popular Missa da Coroação de Mozart parece ter ganho a denominação pela qual se tornou mais conhecida já depois da morte do compositor, no início do século XIX, por se ter tornado então a obra preferida nas cerimónias de coroação da corte imperial de Viena. De então para cá a sua popularidade nunca diminuiu.
As outras duas obras são de épocas distintas.“O Magnum Mysterium” é um dos motetes mais famosos do insigne mestre da polifonia renascentista ibérica. “All Bells in Paradise”, de Tom Rutter, nascido em Londres em 1945, é um cântico para coro e orquestra de câmara, ou piano, que o compositor escreveu em 2012 para o Coro do King's College de Cambridge, no Reino Unido.
Criado em 1988, o Coro da Nova tem por missão promover e divulgar a música europeia e universal, o que tem feito ao longo dos seus 31 anos de vida, incluindo no seu reportório um vasto leque de obras corais sinfónicas dos reportórios barroco e clássico, da polifonia dos séculos XVI e XVII, bem como da música popular harmonizada por compositores portugueses e estrangeiros. A Missa da Coroação, de Mozart, o motete “O Magnum Mysteryum” e a carol “All Bells in Paradise”, que integram o programa dos concertos de Ano Novo, são três dessas obras.
João Valeriano é o maestro titular do Coro da Nova há 25 anos, tendo dirigido igualmente outros coros amadores e integrado o Coro Gulbenkian, entre 1973 e 2013, no qual exerceu também funções de ensaiador. Os concertos de Ano Novo serão dirigidos pelo maestro José Bruto da Costa, que nesta altura assume interinamente a direcção artística do Coro da Nova.
José Bruto da Costa licenciou-se no Departamento de Ciências Musicais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, fez o Curso Geral de Canto na classe da professora Filomena Amaro, na Escola de Música do Conservatório Nacional, e estudou também composição e música de câmara. Foi um dos elementos fundadores do agrupamento Officium Ensemble e foi cantor residente do Banchetto Musicale. Colabora regularmente com o coro Voces Caelestis e integra ainda o Coro Gulbenkian desde 1998. É director artístico do Opus21 (1998) e do ensemble vocal Polyphonos (2016).
O Coro da Nova e os maestros João Valeriano e José Bruto da Costa convidam a comunidade académica e o público a comemorar o Ano Novo – com Mozart, e muita alegria.


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