atomic tangerine (Sabine Scho)

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«atomic tangerine

uma porta, mas que função
um cadeado, dobradiça, esticador
de colarinho, com isso se mede
um caixilho de aço, concreto, atas
e, sim, atas. “assim é que
apagamos a luz”, sobre pilhas de
papel, mas cinerário também
é uma cor, enfatiza bem concreto
com a vassoura, quase em casa, só
que mais alto, excluiu-se o terceiro
ato duma peça de carma, no alarms and
no surprises, um corredor, mas
que distensão, pizza na lata
de biscoito, e lá fora
cada vez mais branco, na noite
de Natal, diz-se, costuma ser assim
grades brilhantes, última cerveja
entre detentos, but, please, couldn't you
let me out of here»

Um poema de Sabine Scho (da Alemanha)
Traduzido por Ricardo Domeneck

[PT] Saído do botão «poema aleatório» do site Lyrikline.

[EN] A random poem from Lyrikline.

atomic tangerine (Sabine Scho)

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